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Depressão é uma doença psiquiátrica, crônica e recorrente, que produz uma alteração do humor caracterizada por uma tristeza profunda, sem fim, associada a sentimentos de dor, amargura, desencanto, desesperança, baixa autoestima e culpa, assim como a distúrbios do sono e do apetite.

É importante distinguir a tristeza patológica daquela transitória provocada por acontecimentos difíceis e desagradáveis, mas que são inerentes à vida de todas as pessoas, como a morte de um ente querido, a perda de emprego, os desencontros amorosos, os desentendimentos familiares, as dificuldades econômicas, etc. Diante das adversidades, as pessoas sem a doença sofrem, ficam tristes, mas encontram uma forma de superá-las. Nos quadros de depressão, a tristeza não dá tréguas, mesmo que não haja uma causa aparente. O humor permanece deprimido praticamente o tempo todo, por dias e dias seguidos, e desaparece o interesse pelas atividades, que antes davam satisfação e prazer.

A depressão é uma doença incapacitante que atinge por volta de 350 milhões de pessoas no mundo. Os quadros variam de intensidade e duração e podem ser classificados em três diferentes graus: leves, moderados e graves.

Causas

Existem fatores genéticos envolvidos nos casos de depressão, doença que pode ser provocada por uma disfunção bioquímica do cérebro. Entretanto, nem todas as pessoas com predisposição genética reagem do mesmo modo diante de fatores que funcionam como gatilho para as crises: acontecimentos traumáticos na infância, estresse físico e psicológico, algumas doenças sistêmicas (ex: hipotireoidismo), consumo de drogas lícitas (ex: álcool) e ilícitas (ex: cocaína), certos tipos de medicamentos (ex: as anfetaminas).

Mulheres parecem ser mais vulneráveis aos estados depressivos em virtude da oscilação hormonal a que estão expostas principalmente no período fértil.

Essa doença independe de classe social ou crença.

padre-marcelo-deu-entrevista-a-marilia-gabriela-no-programa-de-frente-com-gabi-1418578656070_300x420Padre Marcelo Rossi, 47, abriu o jogo durante uma gravação para o programa “De Frente com Gabi”, do SBT, e falou sobre a depressão que viveu no passado.

“Eu achava que depressão era frescura. Até que Deus permitiu que eu caísse. Não tomei nenhum antidepressivo. Eu quis fazer uma experiência e provar à uma amigo meu, psiquiatra, que era possível sair da depressão (sem remédios). Eu pensei ‘Vou sair sozinho’”, desabafou.

O sacerdote confessou que chegou até mesmo a pensar em acabar com a própria vida na época em que esteve doente. “O pior são os pensamentos autodestrutivos. Tenho um caso de suicídio na família, meu avô tirou a própria vida. E eu cheguei a pensar nisso. Pensei ‘Meu Deus, será que ‘herdei’ alguma coisa?!’”, disse ele.

Padre Marcelo também comentou com Marília Gabriela, 66, sobre o receio que tem de deixar os seus seguidores fanáticos. “Meu maior medo é fanatizar as pessoas. Há uma linha tênue entre o fanatismo e a loucura”, afirmou.

Identifique os sintomas da depressão:

Além do estado deprimido (sentir-se deprimido a maior parte do tempo, quase todos os dias) e da anedonia (interesse e prazer diminuídos para realizar a maioria das atividades) são sintomas da depressão:

1) alteração de peso (perda ou ganho de peso não intencional); 2) distúrbio de sono (insônia ou sonolência excessiva  praticamente diárias); 3) problemas psicomotores (agitação ou apatia psicomotora, quase todos os dias); 4) fadiga ou perda de energia constante; 5) culpa excessiva (sentimento permanente de culpa e inutilidade); 6) dificuldade de concentração (habilidade diminuída para pensar ou concentrar-se); 7) ideias suicidas (pensamentos recorrentes de suicídio ou morte); 8) baixa autoestima, 9) alteração da libido.

Muitas vezes, no início, os sinais da enfermidade podem não ser reconhecidos. No entanto, nunca devem ser desconsideradas possíveis referências a ideias suicidas ou de autodestruição.

Diagnóstico

O diagnóstico da depressão é clínico e toma como base os sintomas descritos e a história de vida do paciente. Além de espírito deprimido e da perda de interesse e prazer para realizar a maioria das atividades durante pelo menos duas semanas, a pessoa deve apresentar também de quatro a cinco dos sintomas supracitados.

Como o estado depressivo pode ser um sintoma secundário a várias doenças, sempre é importante estabelecer o diagnóstico diferencial.

bjbjA estudante Maria Rita recebeu o diagnóstico de depressão e por três anos passou a frequentar clínicas de psicólogos e psiquiatras. Após um período tomando remédios, Rita decidiu buscar novas opções de tratamento, pois, não se adaptou a química de 4 comprimidos misturados, segundo ela, a sensação que tinha era sempre de sonolência. A estudante optou pela hipnose para melhorar seu bem-estar “Achei que não daria certo. Mas, no final da terceira seção as mudanças vieram e já na sexta indução, me sentia outra pessoa.

O hipnoterapeuta David Bitterman  explica que a hipnose inicialmente é usada como tratamento complementar a outras terapias, porém, muitas pessoas alcançam a cura em poucos encontros “A hipnose não tem foco na medicação mas sim, na busca por mudar o pensamento do paciente. O tratamento tem se mostrado uma ferramenta muito eficaz para a depressão. O resultado é rápido e as pessoas voltam a sentir gosto pela vida, ter esperança, vontade de trabalhar, produzir, dormir tranquilamente todas as noites, enfim, a vida ganha cores.” explica o hipnoterapeuta.

Serviço:

David Bitterman (41) 9675-1306 ou 4063-6133.
twitter: @hipnosecuritiba
Skype: hipnose.curitiba
email: [email protected]
www.hipnosecuritiba.com.br
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