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Eu tive uma crise de pânico!

Em 23 de abril de 2020, conversei com a psicóloga Viviana Prado sobre minha experiência com uma crise de pânico. Compartilho aqui esse encontro.

Por David BittermanLeitura: 4 min

Leitura e contexto

Entenda o assunto

Nesta leitura

Em 23 de abril de 2020, conversei com a psicóloga Viviana Prado sobre minha experiência com uma crise de pânico. Compartilho aqui esse encontro.

Informações para levar à avaliação

Episódios

Quando ocorreram e o que você percebeu.

Rotina

Atividades e lugares que se tornaram difíceis.

Cuidados

Profissionais, orientações e tratamentos em andamento.

Uma experiência compartilhada em 2020

Em 23 de abril de 2020, participei de uma conversa com a psicóloga Viviana Prado sobre minha experiência com uma crise de pânico.

Quando apresentei esse encontro, lembrei que nós, profissionais que atendemos outras pessoas, também podemos atravessar dificuldades emocionais. Compartilho meu relato pessoal no vídeo abaixo.

Como esse encontro se relaciona à minha trajetória

Na página sobre minha história, também compartilho minha vivência com ansiedade, o acompanhamento psiquiátrico e o impacto que essas experiências tiveram no meu interesse pela hipnose.

Com o vídeo e minha história, quero que você me conheça melhor. Meu relato não permite diagnosticar quem assiste nem prever a evolução de outra pessoa.

Crise de pânico e transtorno do pânico

Ao compartilhar minha experiência, quero também esclarecer uma diferença: uma crise isolada não equivale automaticamente a transtorno do pânico. O NIMH descreve o transtorno em relação a crises recorrentes e inesperadas, acompanhadas de preocupação ou mudanças de comportamento que podem afetar a rotina.

A crise pode incluir medo intenso e sensações como coração acelerado, tremores ou falta de ar. Esses sinais não bastam para você se diagnosticar. Sintomas físicos precisam ser avaliados, especialmente quando são novos, intensos ou diferentes do habitual.

Quando o medo de outra crise ocupa o dia

Uma questão importante na conversa sobre pânico é o que acontece entre os episódios. O receio de passar mal novamente pode levar alguém a evitar lugares e reorganizar atividades. Esse impacto na vida cotidiana merece ser explicado ao profissional que acompanha o caso.

Para preparar uma consulta, você pode anotar quando os episódios ocorreram, o que percebeu, quanto interferiram na rotina e quais cuidados já procurou. O objetivo é organizar sua descrição, sem tentar descobrir sozinho uma causa ou estabelecer um diagnóstico.

Também é possível contar quais atividades ficaram difíceis: sair de casa, usar transporte, permanecer em um ambiente ou dormir com tranquilidade. São exemplos de perguntas para uma avaliação, não uma lista que determina se você tem um transtorno.

Cuidado profissional e apoio de quem está por perto

O NIMH apresenta psicoterapia, medicação ou a combinação dessas abordagens como possibilidades de tratamento, definidas conforme as necessidades da pessoa. Eu não uso minha vivência pessoal para substituir essa avaliação ou recomendar alterações de uma prescrição.

Quando alguém próximo relata uma experiência assustadora, sugiro ouvir sem minimizar e perguntar como pode ajudar na busca de atendimento. Evite tratar a dificuldade como fraqueza ou exigir que a pessoa se acalme imediatamente. A ajuda pode começar por uma conversa respeitosa.

Meu relato inclui acompanhamento psiquiátrico e experiências que marcaram minha relação com a hipnose. Na avaliação presencial em Curitiba, quero conhecer sua história e os cuidados que já realiza. Uma experiência que fez sentido para mim não estabelece o mesmo caminho ou resultado para você.

Como assistir ao relato pessoal

O vídeo preserva a conversa de 2020 com Viviana Prado. Ao assistir, convido você a conhecer melhor minha trajetória e a anotar dúvidas sobre o que ouviu. A entrevista não foi criada como um instrumento de diagnóstico ou como orientação para lidar com uma emergência.

Se você está com sintomas físicos intensos ou suspeita de uma urgência, procure um serviço de saúde. Meu consultório atende com horário marcado. Para discutir experiências passadas e possibilidades de atendimento, podemos começar pela avaliação, num contexto adequado para essa conversa.

Conheça minha história ↗

Perguntas frequentes

Ter uma crise significa ter transtorno do pânico?

Não necessariamente. A distinção depende de avaliação profissional, incluindo recorrência, preocupação, mudanças de comportamento e impacto na vida.

Posso parar a medicação se quiser tentar hipnose?

Alterações devem ser conversadas com o médico que prescreveu. No meu atendimento, quero saber quais cuidados você já realiza para respeitar essas orientações.

O vídeo serve para identificar a causa dos meus sintomas?

Não. Ele registra minha experiência numa conversa de 2020. Para compreender seus sintomas e discutir tratamento, procure avaliação individual.

Atualizei este texto em 10/10/2026, preservando a data de publicação original. Os exemplos didáticos não representam casos de atendimento. Compartilho informações e reflexões; elas não substituem uma avaliação individual.

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